O CIF também está ligado à história das raquetes de ténis em Portugal?
A história das raquetes remonta há milhares de anos quando os primeiros jogos de raquete começaram a ser praticados.
Há evidências que elas foram utilizadas em culturas antigas. As primeiras referências às raquetes podem encontrar-se em pinturas e relevos de tumbas egípcias por volta de 1500 AC.

Essas pinturas e relevos retratam jogadores segurando objetos semelhantes a raquetes. Na Grécia antiga as raquetes eram utilizadas em desportos semelhantes ao Ténis, que os Gregos chamavam de "sphairistiké".
As raquetes eram feitas de madeira e couro.
Foi já na Idade Média que as raquetes começaram a ser feitas de madeira e tripa animal.
No século XVIII começaram a surgir as raquetes feitas de madeira e com uma estrutura mais sólida.
Só no século XX é que veio a dar-se a maior evolução na construção das raquetes de ténis com o aparecimento das estruturas de alumínio e de fibra de carbono. As raquetes com estes materiais tornaram-se mais leves, resistentes e potentes. Com a utilização mais recente da grafite, do titânio e da cerâmica tem sido possível diminuir as vibrações e proporcionar um aumento da potência.
O CIF orgulha-se de ter estado na origem da prática da grande maioria das modalidades desportivas em Portugal até aos anos de 1920/30. É, por isso natural, ter estado também nos primórdios da prática do Ténis em Portugal. Contou nessa altura com alguns dos tenistas mais prestigiados do país como D. José de Verda, Angélica Plantier, D. João Vila Franca e António Casanovas.
Mas, por incrível que pareça, acabou por ficar ligado também ao historial das raquetes.









